Vazio
É só o vazio!
Já não há o suave murmúrio da tua voz.
(pergunto-me se alguma vez existiu!)
Já o doce roçar dos teus lábios não afaga os meus.
(pétalas perfumadas tombando em tarde de outono...)
O desejado abrigo dos teus braços, derrubado.
(quentes tardes de Verão...)
O teu corpo cobrindo o meu,
abandonado aos teus carinhos.
(saber-me tua...)
Teus lábios sussurrando: "És minha!"
(e eu sabendo que já não sou!)
Só o vazio preencheu a tua ausência!
Apenas um grande
e imensurável
vazio...
Já não há o suave murmúrio da tua voz.
(pergunto-me se alguma vez existiu!)
Já o doce roçar dos teus lábios não afaga os meus.
(pétalas perfumadas tombando em tarde de outono...)
O desejado abrigo dos teus braços, derrubado.
(quentes tardes de Verão...)
O teu corpo cobrindo o meu,
abandonado aos teus carinhos.
(saber-me tua...)
Teus lábios sussurrando: "És minha!"
(e eu sabendo que já não sou!)
Só o vazio preencheu a tua ausência!
Apenas um grande
e imensurável
vazio...


2 Comments:
Com um coração tão grande, nunca estarás só. Todo o mundo te rodeia. Tens tudo para não estar só. Mesmo os teus amigos virtuais estão contigo nas horas amargas.Podes crer!!!
Obrigada, joão.
O que vale é que este poema já tem muitos anos. Por acaso, adapta-se aos tempos que correm, mas já aprendi a viver com esse vazio inscrito no poema. Sei que tenho amigos. Tu és um deles. Um beijão
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