Nota da autora
Não procures rostos nos meus versos. Procura o meu sentir, porque essa é a única constante, aqui.
Passa o tempo, passam as gentes mas, em consciência o digo, em variadas situações, no momento da entrega, o sentimento é o mesmo, no início, no meio, na separação.
A exaltação inicial é genuína; a entrega é total durante a relação; a dor é fulgurante na separação.
Só os rostos variam.
Mas isso não é o essencial.
Essencial foi sentir-me sempre eu mesma!
Procura, então, a poesia que esses momentos me despertaram; procura a emoção; procura o tempo imaginário da relação.
Porque o que pretendi demonstrar é que o Amor é sempre igual a si mesmo; que todas as relações têm o seu início ofuscante, o seu prolongamento de êxtase e o seu declínio doloroso. A diferença está em que alguns ainda não viveram todas essas fases.
Sorte a deles!
Não a minha!
Vive, pois, o Tempo do Amor!
Daquele que eu já vivi!
Passa o tempo, passam as gentes mas, em consciência o digo, em variadas situações, no momento da entrega, o sentimento é o mesmo, no início, no meio, na separação.
A exaltação inicial é genuína; a entrega é total durante a relação; a dor é fulgurante na separação.
Só os rostos variam.
Mas isso não é o essencial.
Essencial foi sentir-me sempre eu mesma!
Procura, então, a poesia que esses momentos me despertaram; procura a emoção; procura o tempo imaginário da relação.
Porque o que pretendi demonstrar é que o Amor é sempre igual a si mesmo; que todas as relações têm o seu início ofuscante, o seu prolongamento de êxtase e o seu declínio doloroso. A diferença está em que alguns ainda não viveram todas essas fases.
Sorte a deles!
Não a minha!
Vive, pois, o Tempo do Amor!
Daquele que eu já vivi!


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