Posse
Fazes de meu corpo um violino
tocando a teu prazer mil sinfonias,
no som mais puro e cristalino
de meu riso feito de alegrias.
Desces bem fundo ao claustro santo,
semeando de luz a escuridão;
colhes o grito de quebranto,
que então me sai do coração.
Fazendo de meu peito duas colinas,
alegremente plantadas de cravinas,
teu grande amor, por mim, sussurras.
Nos teus braços, de felicidade louca,
esmago contra a tua a minha boca
e tremo no lençol, ao qual me empurras.
tocando a teu prazer mil sinfonias,
no som mais puro e cristalino
de meu riso feito de alegrias.
Desces bem fundo ao claustro santo,
semeando de luz a escuridão;
colhes o grito de quebranto,
que então me sai do coração.
Fazendo de meu peito duas colinas,
alegremente plantadas de cravinas,
teu grande amor, por mim, sussurras.
Nos teus braços, de felicidade louca,
esmago contra a tua a minha boca
e tremo no lençol, ao qual me empurras.


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