amor sem medo

Compilação dos meus poemas, alguns publicados no Eco do Funchal e na III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea (Edições Orpheu). Não estão por ordem cronológica. Estavam divididos em vários livros, por temas que compreendiam amor, filosofia de vida e análise do mundo. Salvo os que fiz para serem musicados, sempre escrevi para mim. Muitos dos que os inspiraram, nem o souberam. Daí o seu intimismo. Hoje, acho que descrevem emoções universais. Direitos de autor reservados.

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Localização: Funchal, Madeira (Madeira Island), Portugal

múltiplas facetas

30 maio 2009

Um som que seja!

É o silêncio!
Silêncio...
Apenas silêncio!
Mais do que isso!!!!!
É só silêncio!
Profundo!
Torturante!
Homicida!
Estou indo...
Sinto que me estou indo,
nos seus braços,
longos,
fortes e possantes.
Atirem-me uma voz!
Uma frase a que me agarre.
Um som,
um grunhido que seja!
Ai! Quem me tira deste silêncio?

1 Comments:

Blogger Espaço do João said...

Sempre ouvi dizer que o silêncio é de oiro e a palavra é de prata. Cabe-nos a nós escolher o que mais nos serve. De que me serve o barulho quando pretendo o silêncio? Vivamos como nós queremos e, um momento de cada vez. O silêncio é sempre bom companheiro. Só com ele podemos refletir naquilo que queremos.Antes o silêncio profundo que a algazarra constante.

30/05/09, 23:24  

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