amor sem medo

Compilação dos meus poemas, alguns publicados no Eco do Funchal e na III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea (Edições Orpheu). Não estão por ordem cronológica. Estavam divididos em vários livros, por temas que compreendiam amor, filosofia de vida e análise do mundo. Salvo os que fiz para serem musicados, sempre escrevi para mim. Muitos dos que os inspiraram, nem o souberam. Daí o seu intimismo. Hoje, acho que descrevem emoções universais. Direitos de autor reservados.

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múltiplas facetas

30 maio 2009

Escuridão

Vem a morte com seu manto escuro
tapar o sol, que antes me aquecia
e eu sinto que a minha alma
vai ficando cada vez mais fria.
As flores, que antes me alegravam,
lembram, agora, uma campa esguia.
E os pássaros, que antes pipilavam,
cantam sons que são de mau agouro.
Sinto passos, mas só vejo escuro!

3 Comments:

Blogger Espaço do João said...

Só há escuro quando não se quer ver. Desde que nosso espírito seja iluminado, o escuro desaparece e, a luz que nos ilumina resplandesse. Sejamos realistas, olhemos o sol quando nasce , seus raios de luz fazem desaparecer toda a escuridão.Mesmo de olhos cerrados há sempre a impressão que não há escuro.

30/05/09, 23:14  
Anonymous Anónimo said...

O teu blog esta muito fixe
visita o nosso forum

http://cfuniaomadeira.queroumforum.com/index.php

23/06/09, 20:04  
Blogger srtα α∂riαηα costα said...

Boa noite, poetisa
Há muito tempo não venho aqui ler os teus lindos poemas.

Convido-te a ler um dos meus:
http://versosbarbaros.blogspot.com/2008/06/beija-flor.html

Um abraço carinhoso,
Adriana Costa

11/10/09, 23:47  

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