Espero
Sem esperança, espero!
Que a esperança é isso mesmo:
um acto consciente
de permanecer...
morrendo!
Que a esperança é isso mesmo:
um acto consciente
de permanecer...
morrendo!
Compilação dos meus poemas, alguns publicados no Eco do Funchal e na III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea (Edições Orpheu). Não estão por ordem cronológica. Estavam divididos em vários livros, por temas que compreendiam amor, filosofia de vida e análise do mundo. Salvo os que fiz para serem musicados, sempre escrevi para mim. Muitos dos que os inspiraram, nem o souberam. Daí o seu intimismo. Hoje, acho que descrevem emoções universais. Direitos de autor reservados.

múltiplas facetas
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