amor sem medo

Compilação dos meus poemas, alguns publicados no Eco do Funchal e na III Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea (Edições Orpheu). Não estão por ordem cronológica. Estavam divididos em vários livros, por temas que compreendiam amor, filosofia de vida e análise do mundo. Salvo os que fiz para serem musicados, sempre escrevi para mim. Muitos dos que os inspiraram, nem o souberam. Daí o seu intimismo. Hoje, acho que descrevem emoções universais. Direitos de autor reservados.

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múltiplas facetas

17 dezembro 2006

ÉS FALSA, LUA CHEIA



Na lua nova ou minguante
e até mesmo no crescente,
não preciso de calmante,
durmo a noite, num repente.

A lua cheia, a sorrir,
dá-me cabo do juízo,
que nem consigo dormir
o tempo que é preciso.

Refrão (bis):

Lua cheia,
és falsa, lua cheia.
És bonita.
só fazes coisa feia!

A lua cheia, malvada,
com seu sorriso bonito,
traz mau tempo, trovoada.
Já nela não acredito.

Já dizia a minha mãe:
“Não confies na beleza.
A lei aplica, também,
às coisas da Natureza!”.

Refrão (bis):

Lua cheia,
és falsa, lua cheia.
És bonita.
Só fazes coisa feia!

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Lua cheia !
Oh lua cheia
lua cheia redondinha
faz-me lembrar a mó alvada
toda cheia de farihha...
Não sei onde li isto?
J.S.

08/02/07, 19:44  

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