No teu olhar renasce o meu passado
No teu olhar, o meu olhar pousado,
(gesto a que, cada dia, mais me apego)
encontra velhos trilhos do passado,
remove, pouco a pouco, o meu sossego.
Sonhos, que então sonhou, sobressaltados,
escondem-se no olhar que busca o teu.
Não mais que a sonhos sei-os condenados!
Meu olhar, nessa certeza, o amor escondeu.
Descrente o teu olhar diz que o meu mente
quando te nega e foge do que sente;
quando renega tudo o que eu desejo.
Por isso é que me esperas, paciente.
Que vens ao meu encontro, no presente.
Só que disfarço e finjo que não vejo!
(gesto a que, cada dia, mais me apego)
encontra velhos trilhos do passado,
remove, pouco a pouco, o meu sossego.
Sonhos, que então sonhou, sobressaltados,
escondem-se no olhar que busca o teu.
Não mais que a sonhos sei-os condenados!
Meu olhar, nessa certeza, o amor escondeu.
Descrente o teu olhar diz que o meu mente
quando te nega e foge do que sente;
quando renega tudo o que eu desejo.
Por isso é que me esperas, paciente.
Que vens ao meu encontro, no presente.
Só que disfarço e finjo que não vejo!


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home